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Bem , e cá estou eu novamente …

Este último mês o projecto desenvolvido na disciplina de Oficina de Multimedia foi a execução  de um separador televisivo para o canal 180 sendo que para isso tínhamos obrigatóriamente , no nosso caso , de desenvolver todo o trabalho com animação . Eu já tinha feito algumas pesquisas sobre a técniva utilizada , mas por outro lado achei também importante retratar os filmes de animação de 2011.

O filme que pretendo retratar é “Gnomeu e Julieta” de Kelly Asbury. Sinopse:

Nesta animada aventura, o conto de Shakespeare chega-nos em jeito de uma animada comédia. Realizado por Kelly Asbury (Shrek 2), com músicas clássicas e originais de Elton John, Gnomeu (James McAvoy) e Julieta (Emily Blunt) enfrentam tantos desafios e obstáculos quanto as personagens originais. Numa aventura que envolve flamingos de plástico cor-de-rosa e excitantes corridas com cortadores de relva, será que este casal unido pelo destino consegue evitar a tragédia e encontrar um final feliz?

Trailer:

 

Um outro filme de animação que penso estar também ele bastante engraçado é “Rio” de É dirigido por Carlos Saldanha e escrito por Don Rhymer

Sinopse:

O filme RIO 3D conta a história de Blu, uma arara azul rara que pensa que é a última de sua espécie. Quando Blu descobre que há uma ‘outra’ ele deixa o conforto de sua gaiola em uma pequena cidade de Minnesota e vai para o Rio de Janeiro. Mas longe de ser amor à primeira vista entre o domesticado e incapacitado de voar e a feminista e independente, que voa alto, Jewel.

Inesperadamente jogados juntos, eles embarcam na aventura de uma vida, onde aprendem sobre amizade, amor, coragem e estar aberto às muitas maravilhas da vida. “Rio” reúne uma fauna de personagens vibrantes, uma história comovente, mergulhos coloridos, uma música latina contemporânea e cheia de energia.

Trailer:

 

Olá mais uma vez,

Estava a navegar na internet e deparei-me com o enorme reconhecimento internacional que alguns realizadores portugueses conseguem atingir a nível internacional pelo seu profisionalismo e qualidade. A verdade é que o ano de 2010 foi com certeza bastante gratificante para Pedro Costa, Miguel Gomes e Manoel de Oliveira que foram nomes bastantes presentes nas páginas das revistas norte-americanas como Slant, The New Yorker e Some Came Running.

Foram os filmes:  “Aquele Querido Mês de Agosto”, de Miguel Gomes; “Singularidades de uma Rapariga Loura”, de Manoel de Oliveira; e  “Ne Change Rien”, de Pedro Costa tendo sido colocados em 22º lugar, 15º  12º respectivamente.

Aqui está mais uma exemplo de que também os portugueses são sem duvida bons e têm qualidade naquilo que produzem e mesmo não sendo muitas das vezes o seu trabalho não seja reconhecido no seu país , outros acabarão por reparar no seu desempenho e reconhecê-lo.

Animação ,

Bem , uma vez que o nosso proximo projecto em Oficina de Multimédia será animação, deixo-vos aqui alguns videoclips com animação que me entusiasmam …

Incubus – Drive

a-ha – take on me

Gnarls Barkley – crazy

Um trabalho elaborado por Bruno Rodrigues Precidonio . Esta foi uma descoberta feito durante a aula de Oficina de Multimédia em conjunto com a minha colega de grupo Lia Robalinho.

Frank Einstein

Marcelo Mourão

Deixo também aqui uma música já bastante ouvida e conhecida , no entanto , em termos de animação penso que está realmente qualquer coisa …

Espero que gostem ,

Beijinho*

Projecto Video Digital

Olá , aqui estou eu de volta … Eu sei que não publico nada há bastante tempo, no entanto hoje vim publicar um pouco do trabalho que tenho desenvolvido com os meus colegas nos últimos tempos…

O último projecto que realizei na disciplina de Oficina de Multimédia foi o de video digital em que objectivo era construirmos um pequeno video baseado no tema que quiséssemos o qual seria realizado por um grupo de 4 elementos.

Deixo-vos aqui o relatório executado desta última actividade.

Título do Trabalho:

Telefeira

Elementos do grupo:

Lia Robalinho

Rafael Félix

Ricardo Pereira

Rita Beleza

Filmagens:

Esta etapa do trabalho foi a que mais gostamos de executar! Aqui podemos mostrar um pouco mais de nós, uns aos outros como também conseguimos desenvolver algumas práticas que em projectos anteriores não tínhamos conseguido desenvolver. Aqui estamos a falar nomeadamente de todo o processo que uma simples filmagem pode envolver, como a elaboração de um storybord, o qual tivemos de desenvolver neste projecto e que nos forneceu uma maior compreensão daquilo que pretendemos desenvolver, um noticiário televisivo, telejornal. Para além disto, foi sobretudo a estruturação de cenas e de planos de filmagens.

Para as filmagens escolhemos quatro locais distintos de fácil acessibilidade, que nos iriam permitir uma maior rapidez na execução das mesmas. O primeiro local que estabelecemos foi a sala de aula, para a parte do telejornal onde a Rita iria desempenhar o papel de apresentadora cómica, séria e irritadiça. Para tornar esta parte fundamental do trabalho ainda mais importante e destacada, decidimos filmar com um fundo verde, para posteriormente aplicar como fundo imagens de Nova Iorque, nomeadamente do World Train Center como forma de homenagem a um local que já foi a “central” de toda a informação em Nova Iorque.

Quando passamos a fase de execução do telejornal, decidimos mudar o local destas mesmas, visto que na sala de aula outros grupos também iriam possivelmente filmar e para não apanharmos muito ruído, decidimos com o consentimento do professor filmar no corredor do bloco 4. Começamos a filmar e o resultado foi bastante engraçado! A Rita inicialmente só conseguiu apresentar cerca de 15 segundos do telejornal sem se “desmanchar” a rir, tal como os restantes elementos do grupo. Posto isto, para tornar as coisas bastante mais rápidas e fáceis, decidimos experimentar todos a apresentação deste telejornal, para estimular um pouco e colocar a Rita ainda mais à vontade. Depois disto, o resultado foi o esperado, um telejornal apresentado de uma forma cómica, no qual teríamos as notícias de agressão de um casal homossexual, uma notícia relativa ao terrorismo e um ataque alienígena.

Para segundo local de filmagens escolhemos os bancos do colégio em frente ao bloco 4 e as bancadas do pavilhão de educação física, para a cena da violência doméstica do casal homossexual, a notícia nº1 do telejornal. Aqui, os intervenientes (o casal) seria composto pela Rita e pela Lia. A cena começa com a ida delas até ao banco de forma carinhosa, “agarradinhas”, quando chegam aos bancos sentam-se e iniciam um pequeno diálogo o qual é interrompido por um rapaz, que ao passar por elas desperta interesse à Lia. É apartir daqui que se inicia a discussão! Depois de algumas trocas verbais a Rita vai-se embora deixando a Lia sozinha e dirige-se para as bancadas do pavilhão de educação física. Alguns segundos depois a Lia vai ter com ela com o intuito de lhe pedir desculpa pelo sucedido, a Rita por sua vez não se mostra muito receptiva a este pedido de desculpa e empurra-a. Isto provoca a queda da Lia pelas escadas e a sua morte.

O terceiro local escolhido para as filmagens foi o interior e exterior de uma residência para o ataque alienígena, notícia nº2. O primeiro local onde combinamos para a execução das filmagens foi a casa da Rita, mas porém na data em que acordamos não foi possível executar as filmagens. Começamos a ficar sem alternativas e sem tempo, porque para além desta disciplina temos outras que também implicam trabalho e por sua vez disponibilidade de tempo da nossa parte, então o grupo decidiu que seria melhor ficar uma única pessoa responsável pela execução das filmagens desta cena. O Rafael ofereceu-se para a realização desta filmagem e consecutiva edição. O grupo concordou de imediato e realizaram-se alguns ajustes na divisão das tarefas para equilibrar o trabalho entre todos.

As filmagens desta cena foram relativamente rápidas visto que esta era a cena que possuía uma maior descrição e estruturação em termos de storybord. Inicia-se o ataque alienígena da seguinte forma: pequeno ponto de situação referente ao actual estado do planeta terra; a chegada dos alienígenas que assumem a forma de rolo de papel higiénico; exploração do espaço exterior da residência; “contacto” com alguns elementos da residência, nomeadamente com um cão e uma pessoa; filmagens relativas às consequências do ataque. Para a execução de algumas destas filmagens foi utilizado o mecanismo que se pode ver na seguinte imagem:

Este mecanismo consiste na utilização de um carro de lego, que devidamente desmontado serviu para colocar a câmara digital fotográfica em cima apoiada e envolvida com fita-cola, de modo a obter filmagens que simulassem a visão do alienígena e para se conseguir fazer uma filmagem mais precisa em movimento.

Excluímos uma notícia do telejornal, a do terrorismo, porque as condições atmosféricas não permitiram a sua filmagem, no entanto, o que pretendíamos era simular um pequeno cenário de guerra na praia, no qual se efectuaria o rebentamento de bombinhas de carnaval que simulariam granadas e iriam ser utilizadas armas de plástico / bisnagas, para fazerem de armas. Aqui o que se pretendia era retratar de uma forma cómica apartir desta ideia base, um cenário de guerra.

Na execução das filmagens é importante referir os seguintes aspectos:

Cena Materiais utilizados Operadores de Câmara Planos de Filmagem Actores Requisitos especiais
Telejornal Tripé do Colégio, Máquina Fotográfica Digital, Câmara de Vídeo do Colégio e pano verde Rafael e Ricardo Rita Roupa com alguma combinação de cores
Notícia nº1 Tripé do Colégio, Máquina Fotográfica Digital e Câmara de Vídeo do Colégio Rafael e Ricardo Rita e Lia Roupa comum, actual, jovem
Notícia nº2 Máquina Fotográfica Digital e Carrinho de Lego Rafael Rafael (mãos) Mercurocromo e betadine

Voz off e efeitos sonoros:

Não utilizamos nenhuma destas técnicas em particular, no entanto em todo o som que possuímos nas filmagens realizamos edição, de forma a que existisse clareza nas falas das personagens. Não se pode chamar de efeitos sonoros, mas recolhemos alguns sons relativos a ambientes e a situações, para posterior edição, para serem utilizados em estâncias ao longo do vídeo.

Edição

O software que utilizamos na edição e produção do vídeo foi o Adobe Premiere Pro CS4 e na edição sonora o Adobe Soundbooth CS4. Os efeitos que utilizamos foram: color key, cortar, agrupar, unlink (separa áudio do vídeo), reprodução acelerada e lenta, color correction, transition, blur & sharpen, adjust e algunsefeitos de vídeo transitions.

Print da parte do ataque alienígena

Resultado Final:

Neste parâmetro não podemos classificar o nosso projecto porque não conseguimos concluir a edição, no entanto consideramos que o nosso projecto é uma ideia que resulta bastante bem e que apesar de todos os contratempos, não deixa de ter o valor que tem. Recolhemos bom material e esforçamo-nos para que o trabalho fosse realizado.

Conclusão:

Salientamos a falta de apoio que tivemos ao longo do projecto, porque se tal não tivesse sucedido conseguiríamos ter alcançado com facilidade o que aliciamos para este projecto. No entanto não são só os aspectos negativos que têm de ser levados em conta, apesar de todas as dificuldades encontradas conseguimos funcionar bem em grupo e realizamos um bom trabalho em equipa.

Deixo-vos também o link para que possam ver a parte editada do nosso video… http://www.youtube.com/watch?v=_u807yFPLr4&feature=mfu_in_order&list=UL

Obrigado por visitarem o meu blog ,

Beijinho*

Pastel Seco

Pastel seco, é um dos materiais que me fascina. Por esse mesmo motivo, coloco aqui um post sobre um dos materias que abordei ao longo destes três anos no curso de artes visuais.

Alguns grandes artistas do passado usaram no desenho certos tipos de giz, principalmente branco, a par da sanguínea, sépia e pedra negra. Era um material duro, constituído por pigmento em pó misturado com óleo ou cera. Fragonard (1732-1806) e Watteau (1684-1721) usaram este riscadores sobre papel colorido. Hoje em dia, é pouco usual e é feito a partir de talco mineral.

Existem actualmente materiais com características semelhantes, como o pastel seco. Este é constituído por pigmentos em pó, aglutinados numa mistura de resina ou cola e moldados em forma em forma de barra. Quanto mais cola tiver a mistura, mais duros e  menos brilhantes se tornam os pastéis.

Existem livros que explicam processos de fabricar em casa, de uma forma simples pastéis secos.

No decurso do desenho a pastel pode-se usar o esfuminho. No final os trabalhos têm que ser fixados com um spray apropriado.

Os pastéis têm uma paleta belíssima de tons suaves, muito atraente. As tonalidades pálidas de algumas cores especialmente as cores de carne devem-se à argila ou “branco de Espanha” que se mistura para os tornar mais opacos. Normalmente são caros devido à sua qualidade e à delicadeza da matéria prima.

Oferecem possibilidades enormes de tratamento plástico. Têm grande estabilidade cromática, misturam-se muito facilmente e produzem com espontaneidade trabalhos de uma suavidade muito particular. Não têm os inconvenientes dos materiais que necessitam de secar ou que exigem grandes preparações. Em França a partir de finais do séc. XVIII, este material entrou na moda, tendo sido empregue por centenas de artistas. Anteriormente Rosalba Carriera (1674-1757) usou-os com grande sabedoria e arte. Quentin de la Tour (1704-1788), também usou profusamente os pastéis registando todo o fausto e esplendor do período Rococó. Degas e Monet exploraram toda a suavidade e riqueza dos pastéis secos em obras notáveis.

Os pastéis secos têm apenas um inconveniente. Uma vez depositados no papel existe alguma dificuldade em apagar sem se deixar vestígios. Para desenhar com pastéis secos existem papéis apropriados embora se possa fazê-lo em qualquer um que se preste convenientemente à técnica. São muito usados papéis coloridos como por exemplo papel  “Ingres” e “Canson”. Cartões, telas, etc., podem ser preparados com receitas variadas à base de glicerina pura, caseína ou gelatina não animal de forma a oferecer um bom suporte para o pastel seco.

 

Rosalba Carriera - Alegoria da pintura (pormenor) - pastéis secos

Paula Rego - Grooming - pastéis secos, 1994

Mary Cassat - Mãe e filho - pastéis de óleo, 1900

Degas - Cena de ballet - pastéis de óleo, 1907

Ilustrador – Anna Anjos

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